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12/09/2025
Ratos de Porão, Black Pantera e Porno Massacre agitam 30 anos do Goiânia Noise
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10/09/2025
Goiânia Noise 2025, Dia 3: Skylab, Porno Massacre, Layse, Overfuzz e Maré Tardia comandam noite de absurdo e delírio
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14/03/2025
Drag queens no punk rock: 5 bandas para conhecer o movimento drag punk
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02/03/2024
Porno Massacre traz o poder do glam/punk/cabaré para a coletânea “Mulheres em Movimento”
Ler matériaA banda Porno Massacre de Sao Paulo , está pronta para incendiar o Underground com sua participação na coletânea “Mulheres em Movimento”, um projeto idealizado pelo NoiseRed – Underground Manifesto que celebra a força e a representatividade feminina no cenário musical.
A Porno Massacre surgiu no fim de 2007 com a união de Lupita Romero (vocal/gaita) e Bruno Gozzi (guitarra/vocal) e a proposta de fazer um que bebesse não só no punk hardcore, como também no glam e inspirações no burlesco, no vaudeville e no BDSM. Marcada por shows com performances apoteóticas e catárticas, além de discursos engajados com a causa LGBT, anti-fascista e de propagação da liberdade e do amor, a banda hoje é composta por Lupita Romero, Bruno Gozzi, Kenzo (baixo/voz) e Rodrigo Fernandes (bateria).
Porno Massacre ingressará, com a faixa “Hipocrisia ” na coletânea “Mulheres Em Movimento”, a faixa foi extraída do Single/EP “O Carro do Amor Chegou “ lançado em julho de 2023.
“Mulheres em Movimento – Uma sinfonia de Resistência e Celebração” será distribuída gratuitamente pela plataforma Bandcamp e contará também com outros nomes internacionais com Hyperia (Canadá), Epinikion (Holanda), Kapitur (Canadá), além das brasileiras Adverse , Signo do Odio, Domperidhona e outras. Confira:
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14/09/2023
“O Carro do Amor Chegou”, o novo EP da PORNO MASSACRE está disponível nas plataformas de streaming
Ler matériaPOR ASSESSORIA
Depois de uma extremamente bem sucedida e bem recebida tour pelo Reino Unido (a Glitter on Blood Tour), a Porno Massacre, velha representante do cabaré glam-punk, está de volta com um EP incrivelmente cativante e provocante, intitulado “O Carro do Amor Chegou”. Com uma nova formação e um som ainda mais ousado, o EP, gravado no Estúdio Aurora pelo Luis Tissot da Lixo Estranha Gravações, apresenta duas faixas inéditas de puro agito e provocação, trazendo reflexões enquanto faz as cadeiras balançarem e as pernas tremerem.
A primeira faixa, “Hipocrisia”, mergulha nas contradições e inconsistências daqueles que propagam o ódio às pessoas LGBTQIAPN+ e principalmente às pessoas trans. Pela primeira vez o guitarrista Bruno Gozzi divide os vocais principais com a vocalista Lupita Romero, em uma letra impactante, no estilo duelo, que questiona a sociedade que vive uma superficialidade de aparências enquanto encobre desejos e anseios tão pessoais. A melodia se divide em 3 partes distintas indo do hardcore pungente, passando pelo cabaré dançante e culminando num rock’n’roll garageira com a banda gritando em uníssono o mote principal da luta: “Todo transfóbico tem que morrer! LGBTfóbico tem que morrer!”.
Arte da capa: Rodrigo Fernandes
A segunda faixa, “Cookie é Bom”, aborda a perda da auto-estima e a constante insatisfação com a aparência no fenômeno social conhecido como Dismorfia de Instagram, em que a constante presença das redes sociais nas nossas vidas com a utilização de filtros e a idealização da forma física perfeita e da beleza fabricada das redes causa o foco obsessivo dos usuários em seus pontos considerados imperfeitos. A banda parte dessa nova doença mental e elabora uma crítica afiada à dependência das mídias sociais e ao culto à imagem, explorando os altos e baixos emocionais de uma era digital incessante, contínua e implacável.
A capa é um capítulo à parte com uma foto de Stephani Munique baseada num conceito visual e figurinos desenvolvidos individualmente pela própria banda e com arte de Rodrigo Fernandes.
A Porno Massacre, agora com sua nova formação, com Rodrigo Fernandes (Kill Baidek e ex-Motor City Madness) assumindo a bateria e compondo o quarteto, se reinventa ao mesmo tempo em que continua a desafiar as convenções e provocam pensamentos profundos intensificando a sensualidade já presente nos trabalhos anteriores. “O Carro do Amor Chegou” marca um novo capítulo na trajetória da banda, mantendo seu compromisso com a originalidade, sua singularidade dentro do cenário musical nacional e internacional e com a expressão artística sincera, aprofundando sua vertente burlesca, a musicalidade punk x cabaré, a temática existencial urbana e de vivência LGBT, antifascista e libertária.
Links úteis: https://linktr.ee/pmassacre
Foto: Stephani Munique
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14/09/2023
O Carro do Amor Chegou", o novo EP da Porno Massacre
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15/11/2022
Vale a pena conhecer: Porno Massacre, Electric Mob e The Edwoods
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08/09/2021
The lost of Rock - Porno Massacre - Glam Punk com visual inspirado em Filmes B
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18/05/2021
Concert Monkey - Porno Massacre recently released the single “Expurgo (Que Vem o Caos)”
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18/05/2021
Expurgo: Porno Massacre alerta sobre o caos que vivemos em novo single
Ler matériaA banda de punk paulista, Porno Massacre, lança o novo single Expurgo (Que Venha o Caos). De forte veia política, a música faz uma comparação entre a nossa realidade atual e os filmes Massacre da Serra Elétrica e Porno Holocaust.
Entretanto, esta música não é nova. Intitulada apenas como Que Venha o Caos, ela já era conhecida anteriormente pelo público da banda e foi faixa do álbum homônimo lançado em 2019. Agora, o hit recebeu uma versão mais calma, com arranjos de castanholas e áudios de Whatsapp, bem como a adição da palavra “expurgo” no nome. Tudo isso com planos de virar faixa do terceiro disco da Porno Massacre, cujo nome e data de lançamento ainda não foram divulgados.
(Capa do novo single. | Arte: Ricardo Anjinho)
Assim como toda banda punk (de rock no geral, aliás), a Porno Massacre faz, neste single, um alerta ao caos político e sanitário que vivemos.
“Em meio a uma sociedade falida, de um país que prefere a ruína do seu semelhante. Na disputa pelas parcas migalhas que são jogadas por uma elite tão alienada quanto altamente necrófaga, elegeu-se no fogo cruzado da manipulação de informações um fascista. Despreparado, altamente perigoso, visto a clara total ignorância e o declarado preconceito, atolado numa imposição moralizante retrógrada e questionável, sustentado por uma rede de fanáticos religiosos e figuras proeminentes da exploração econômica escravagista”, manifesta Lupe “General Sade”, a vocalista da banda.
Além disso, para entrar mais no clima de caos, os equipamentos de gravação foram improvisados. Entre eles estão antigos equipamentos de estúdio, receivers velhos, um computador antiquado, assim como outros ítens desvalorizados. E, claro, como estamos em meio a uma pandemia, a produção, gravação, mixagem e masterização foram feitas de forma remota.
“Sem muito recurso (não tinha uma bateria pro Mauro sentar a porrada, ou uma sala grandona pra gente berrar como de costume) a música foi sendo feita em pedaços de áudios que eram baixados do YouTube e de mais alguns truques como um pedal que simula teclado e um VT-3 (daqueles aparelhos que os DJs usam para modular a voz nas raves), pequenos instrumentos de percussão, etc. A Lupe entrou nos vocais e no solo de castanholas”, conta Bruno “Aiatolá”, o guitarrista.
Expurgo (Que Venha o Caos) já está disponível nas principais plataformas de streaming, bem como por encomenda na forma física no Doutrolado.
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01/02/2019
Spydrax entrevista Porno Massacre
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21/01/2019
Hits Perdidos - Nervos á flor da pele e o Caos político atual dão o tom do novo álbum do Porno Massacre
Ler matériaCom uma série de mudanças na formação e dois anos intensos desbravando, de norte a sul, o underground paulistano, o Porno Massacre foi se transformando aos poucos. As trocas entre bandas, a intensidade dos shows, admiração, mudanças de formação e tensão no ar acabaram gerando uma nova proposta sonora.
Conhecidos pelo seu visual extravagante, apresentações com inspirações de Ney Matogrosso, Kiss, Ariel Pink, Alice Cooper, Turbonegro a GG ALLIN, ainda é um show que marca a quem os assiste. Mas nem tudo foram flores – nem perfume como diz “Isso Para Mim É Perfume”, faixa originalmente composta pelos Titãs e regravada pela banda no tributo O Pulso Ainda Pulsa (2016).
A tensão política, uma série de conflitos internos e os membros iniciando projetos paralelos acabaram resultando no clima explosivo do segundo álbum do grupo paulistano.
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Porno Massacre. – Foto: Marcus Azevedo
A atual formação do Porno Massacre conta com Roger Martin (General Sade), nos vocais, Diego Souza (El Diablo Loco), na guitarra base, Bruno Gozzi (Aiatolah), na guitarra solo e teclados, Marcelo Mourão (Little Lúcifer), no baixo e Mauro Terra (Black Nail), na bateria.
Como dito no meio desse período Roger, através de seu alter ego General Sade, iniciou sua carreira solo, onde pôde levar suas composições que não encaixavam muito no formato da banda adiante. Já o baterista, Mauro, também se aventurou em uma nova odisséia ao lado dos shoegazers da Early Morning Sky. O grupo também contou com a entrada de novos integrantes, Diego que também toca na Atos de Vingançae Marcelo Mourão.
“Teve duas mudanças significativas também para a parte sonora que foi a saída do Paulo e a entrada do Marcelo. O Paulo era um cara mais técnico mas eu acho que o Marcelo dá mais de peso. O Marcelo já veio do rock, já teve banda de new metal, o Paulo já tinha tido banda de reggae, já tocou em DVD de funk, ele tinha influências mais gerais e talvez não desse tanto a força do peso e mais a técnica. Com o Marcelo a gente ficou mais pesado.”, relembra General Sade
“Já o Diego veio do grind/thrash metal. Ele veio para dar um peso do caramba, dá palhetada firme. Ele entrou para a turnê do álbum e sim para os shows. Quem for no show de lançamento vai notar.”, continua o General
Depois da entrada de Diego, em agosto, eles viajaram para o Chile para a primeira turnê internacional do Porno Massacre. Por lá tinham a princípio marcado 9 shows mas devido a alguns problemas acabaram tocando em 5 cidades (Valparaíso, Santiago, Chillán, Concepcion e Los Angeles). Tendo por lá lançado a versão chilena do disco que inclusive tem uma capa especial alinhada com o caos político que temos vivido nestes 21 dias de desgoverno.
“Tivemos uma capa não lançada aqui, que inclusive é a culpada de alguns atrasos do lançamento. Na capa, estamos ao redor de um botão escrito Caos e o Roger está vestido de General apertando esse botão. Fizemos essa arte e nos mandamos para o Chile.
Na volta, com a cabeça fria começamos a sacar que talvez não fizesse sentido um disco sendo lançado com um general na capa literalmente apertando o botão do “Foda-se” pelo momento político que vivemos. Quem conhece a banda sabe bem do nosso ponto de vista contrário a tudo que anda acontecendo no meio político especialmente acerca da intolerância que tomou conta do país.”, relembra Aiatolah
Porno Massacre – Que Venha O Caos (21/01/2019)
O álbum foi gravado entre 15 e 16 de julho de 2018 no estúdio Family Mob. Hugo Silva foi o engenheiro de som e teve o auxílio de Otávio Rossato. A produção é assinada pela própria banda e a mixagem e masterização foram realizadas por Marcus Azevedo (Kinema Music Studio).
“As composições desse novo disco foram surgindo já no final do outro. A diferença é que a gente conseguiu fechar melhor aquele monte de influências. Porque eu acho que o outro tinha sim muitas influências mas parecia que estávamos atirando para tudo que é lado. Esse não, apesar de ter muitas influências, as músicas conseguem dialogar melhor. Gostamos mais da gravação também depois do aprendizado com o registro anterior.
Até eu comecei a cantar melhor (risos). No outro acho que era mais uma expressão de revolva sem nenhuma preocupação com cantar. Acho que está um pouco mais melódica a parte da voz, eu dei uma diminuída no tanto que eu tentava ficar gritando, porque as vezes o grito é muito intenso e continuo e assim não dá.
É um disco mais coeso e muito mais bem acabado. Nesse álbum compusemos juntos, no outro tinham músicas de bandas anteriores nossas, ou muito pessoais.”, conta General Sade sobre sua evolução
Mudanças nas apresentações para quem for conferir o show de lançamento no estúdio Porto Produções Musicais, no sábado (26), serão sentidas.
“Continua sendo performática e teatral (as apresentações ao vivo) mas a gente mudou pois tem todo um retrocesso, um pedido de volta do militarismo. Isso aí bateu muito na gente, pois hoje em dia como o pessoal não está acostumado em ler, nas entrelinhas e entender as coisas direito, pode ficar muito chato. E de repente a gente tem um show lotado de coxinha e ia ser uma merda.
Então eu principalmente que usava uma roupa militar, mesmo de brincadeira, não da para usar sutileza nos dias de hoje, então eu saquei fora. Fui buscando outro visual, tá uma coisa meio vampiresca, meio mago, o nome eu não troco mas eu queria tirar um pouco da simbologia pois vai parecer para pessoas de cabeça fraca que estamos fazendo apologia.
Virou algo mais horror glam mas com a temática do horror. Para tirar um pouco do horror atual, até por isso optamos por mudar a capa do disco e não ser igual a que saiu no Chile”, lamenta e enfatiza o General
Sobre as temáticas do disco General Sade nos conta: “Escrevemos muitas músicas que estão no disco que são anteriores a essa fase tenebrosa que estamos vivendo politicamente, mas as coisas meio que se encaixam. A gente fala um pouco sobre o consumismo, sobre não deixar de ser quem você é e um pouco sobre a história da liberdade.
A música que acho mais política do álbum é justamente a última, ela dialoga com o momento atual e faz um paralelo com a revolução francesa. E um texto específico, de um pensador francês, que diz que o povo tenta os privilégios da desordem para depois eleger alguém pior que o cara que estava lá anteriormente.”
Feito um filme de terror de Dario Argento, o álbum se inicia com uma introdução que parece a trilha sonora da entrada em um castelo mal assombrado. Recurso esse que bandas como Misfits e Blitzkid utilizam, e até por isso nos remetendo a estética teatral do “horror punk” – ou até mesmo de “Thriller”, clássico clipe do Michael Jackson.
Com uma série de metáforas e sagacidade, eles através de uma fábula, falam sobre a decadência e nossas inúmeras mortes (mesmo que estas sejam meramente poéticas).
Já a faixa título “Que Venha o Caos” traz um peso de bandas como Anthrax e Discharge para o centro do picadeiro. Apocalíptica, ela mostra o caos que estamos vivendo tanto politicamente como socialmente – e como devemos proteger nossa liberdade.
O consumismo e suas (graves) consequências são exaltados em “O Que Me Consome”. Em tempos onde somos “manipulados” por algoritmos – e uma porrada de mensagens publicitárias – muitas vezes acabamos sendo estimulados a consumir sem pensar.
Mas a felicidade mora em um estilo de vida pré-fabricado? Esse é o questionamento da canção que vai beber do blues e rockabilly dos anos 50.
Em “Mr. Hyde” já notamos como as guitarras nesta nova fase estão mais pesadas – assim como a unidade entre as faixas. As bebedeiras são o combustível para a música que fala sobre o custo, e as brutas consequências, de “sair fora de si”. Se alienar para fugir dos problemas do dia-a-dia. Nada como um pouco de ultraviolence, não é mesmo?
“Nau dos Insensatos” traz o lado motorhediano para o centro da canção. Feito um pirata à bordo de um navio naufragando, ela nos mostra como seguir na contramão muitas vezes não é apenas uma opção – e sim questão de sobrevivência.
“É o Que Me Resta” tem uma levada ainda mais canalhona, de perder a cabeça e chutar tudo para o alto. Com influências de blues/country á lá Supersuckers + Motorhead: o lado mais bagaceiro é exaltado.
A desilusão com o mercado de trabalho, os amigos e os amores levando nosso personagem a cogitar coisas como fugir para as Bahamas, roubar um banco, “comer puta na cama” e “encher o bucho”.
Assim como a anterior, “Cátia Carioca”, também está presente no 7 polegadas (É o que Me Resta / 2017). A faixa tem uma levada que podemos ver em discos como City Baby Attacked By Rats do GBH mesclado a uma linha de baixo frenética á la Matt Freeman do Rancid e uma gaita pub rock para bagunçar tudo.
A letra fala sobre a tal da Cátia Carioca, aparentemente o nome de “guerra” de uma garota de programa que trabalha em um famoso prostíbulo da cidade de São Paulo. Ela que tem que lidar com um personagem boêmio que não tem nada a perder noite adentro. O que se passa a seguir, bom, a letra é meio que auto explicativa.
Como é uma banda com a proposta totalmente teatral, a tiração de onda claramente é com grandes empresários que após o expediente descontam tudo em noitadas em famosos inferninhos, casinos e bingos clandestinos.
Estas regadas a álcool, “festinhas” e drogas ilícitas. Uma vida vazia e auto-destrutiva. Consigo até imaginar um clipe folclórico com um senhor de meia idade bem trajado com seu charuto fazendo a festa e perdendo a cabeça.
“Isso Para Mim É Perfume” originalmente composta pelos Titãs também entrou no álbum. Esta que comparada a versão que entrou no O Pulso Ainda Pulsa teve um ganho significativo em sua remasterização. Ficando mais densa, limpando algumas guitarras e dando uma nova roupagem a versão. O vocal de Roger ganha terreno e contribui para o resultado final.
O lado folk/blues foi exaltado e o punk perdeu o protagonismo. Fico até imaginando a nova versão sendo tocada em um encore com o auxílio de um carron, uma gaita, um violão acústico, chocalhos, estalos e um sing-a-long acapella.
Como adiantado no bate-papo com o General Sade a última canção, “Le Roy Es Mort”, é a mais politizada do registro. Pregando a liberdade, em um sistema corruptível e falido democraticamente, ela incentiva para que não fiquemos parados em meio a desordem.
A revolução francesa sendo a luz para mirar por um futuro menos obscuro. Sua forma de combate até lembra um pouco o espírito de luta armada de guerrilheiros como o ETA. A frase que mais marca na canção é “Escolha a sua revolta e volta a paz”. Desta forma sanguinária, e em tom de protesto, o disco se encerra.
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Em seu segundo álbum, Que Venha o Caos, o Porno Massacre assume uma atitude – e sonoridade – mais voltada para o hardcore punk com elementos de outros estilos como o glam rock e o thrash metal. Deixando de lado o proto punk e o hard rock de seus primeiros dias. Sua identidade sonora fica mais consolidada e isso permite uma maior unidade entre as faixas. Das 9 faixas três estão presentes no EP, É o Que Me Resta (2017).
As seis inéditas mostram um pouco sobre o momento atual da banda que a série de mudanças na formação consolidou. Se pensarmos que suas origens vieram do cover de Sex Pistols, passando por um álbum de estréia que carregava um pouco da vivência de cada um anteriormente, agora eles parecem estar achando “sua cara”. Que Venha o Caos é uma soma de vivências do underground paulistano somada a experiências pessoais e uma dose de descontentamento com os “cacifes” de Brasília – e seu desgoverno.
Show de Lançamento
O show de lançamento acontece no sábado, 26/01, no estúdio Porto Produções Musicais com show de abertura da banda Alcoóliques e discotecagem de Claudio Cox (Giallos).
que venha
Eles ainda alertam para uma série de surpresas:
– “Venha com a Camiseta do Porno e ganho um Blood Mary do Inferno (servido pelo seu imediato Matheus Krempel)
– Quem confirmar no Facebook e comparecer no evento concorre no sorteio de uma peita do Porno.
– Primeira aparição da Massacre bier, produzida e engarrafada pelo prórprio homem da unha preta, Mauro Terra, o Black Nail com o que há de mais indecente no mundo da fermentação.
– Banquinha com materiais de bandas independentes (ou não) do pessoal do D’Outro Lado
– Seleção de Filmes B da pior qualidade (de bollywood pra baixo) durante todo o evento!
– Nosso querido Roger Marinho Martin (General Sade) com pouca um quase nenhuma roupa distribuindo ódio e amor livre pra quem quiser, precisar ou merecer!”
Mais Informações:
Evento no Facebook
Onde: Porto Produções Musicais – Rua Cardeal Arcoverde, 854 – Pinheiros (São Paulo / SP)
Horário: Das 18h às 23h
Entrada: R$5
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17/08/2017
Vi Shows - Entrevista General Sade - Porno Massacre + Fãs
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20/03/2017
Hits Perdidos - Descontrole, falta de pudor e noitadas marcam o novo EP do Porno Massacre
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18/03/2016
O Subsolo - [CONHEÇA] – PORNO-MASSACRE
Ler matéria[CONHEÇA] – PORNO-MASSACRE
Por
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18/03/2016
Porno-Massacre é uma banda de São Paulo, formada por 4
integrantes que faz a mistura de Punk, British Rock e Jazz. Some o som do The
Cramps aos Beach Boys porém com o peso do AC/DC e a canastrice elegante de
Serge Gainsbourg. Adicione a transgressão de Iggy Pop e New York Dolls e pronto
Porno-Massacre está pronta para a noitada.O nome, extraído da paixão dos integrantes pelas
produções independentes de baixíssimo orçamento do cinema alternativo, reflete
sua predileção por terrenos pouco explorados, porém muito ricos, dos aspectos
obscuros da humanidade. Dentro de toda a sua amplitude, e devido às suas mais
variadas nuances, a nossa existência é retratada com toda a sua angústia e
insensatez de forma corajosa, engajada, sublime, e sobretudo, autêntica.Porno-Massacre tem uma personalidade forte, com uma sonoridade
agressiva do Punk Rock com alguns elementos até mesmo do Glam, “é
o glamour decadente, como uma prostituta de meia idade com maquiagem borrada
trajando roupas de lantejoulas prateadas. Porno-Massacre é a neurose urbana,
como o terror instaurado pelo psicopata David Berkowitz na Nova York dos anos
70. Porno-Massacre é a destruição dos alicerces da nossa sociedade através de
marteladas sonoras, reduzindo os valores e a moral tradicional a escombros
disformes e desconcertantes.”Com uma violência sem igual, letras
mostrando a face da realidade em que vivemos, guitarras expurgando notas
distorcidas, tudo da forma mais correta possível, ou não,. Tiazinhas, pais e irmãos deveriam escutar essa banda para o bem de todos,
uma banda para a família tradicional brasileira. Brincadeiras a
parte, estuprem o Play e o Replay com esse petardo sonoro, as músicas são
viciantes e te fazem ouvir a todo momento.Festa de Lançamento do disco: Porno Massacre Vol.1: https://www.facebook.com/events/1621894928031191/
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23/02/2016
Bem vindo ao mundo divertido e inescrupuloso do Porno Massacre
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09/03/2012
G1 - Bandas e projetos experimentais agitam Grito Rock em Barretos, SP
Ler matériaBandas alternativas, projetos experimentais e debates marcam a programação do Grito Rock 2012 de Barretos, no interior de São Paulo. Com entrada gratuita, o evento – parte de uma rede que transita por mais de 200 cidades da América Latina - é promovido de 9 a 11 de março na Praça da Estação.
Na sexta-feira (9), o festival começa às 20h, com um debate voltado para a discussão sobre políticas culturais. A agenda de shows começa às 15h no sábado (10) e domingo (11).
Dentre os grupos selecionados para participar do evento estão Pornô Massacre (São Paulo), Madgator (São Paulo ) e Blue Butterfly (Brasília). Bandas de Barretos como Huis Clo e Radiação X estão confirmadas, além de convidados. Haverá também discotecagem, pintura ao vivo e performances de hip hop.
Serviço
A Praça da Estação fica no cruzamento da Avenida 5 com a Rua 18, no Centro de Barretos. Informações sobre o Grito Rock estão disponíveis no site do festival. O evento em Barretos tem organização do Coletivo Cultural Gema Genérica, em parceria com a iniciativa pública.Confira a programação do Grito Rock Barretos:
Sexta-feira (9 de março)
20h - Abertura com Observatório - "Políticas para a Cultura"
21h – Grupo Fungozenvertigem na escada, especial “Ensaio de Orquestra”Sábado (10 de março)
15h - Discotecagem e pintura ao vivo
16h - Revolução e Poesia;
18h – Banda Huis Clo (Barretos)
19h – Banda Pornô Massacre (São Paulo)
20h – Banda Radiação X (Barretos)
21h – Banda Madgator (São Paulo)
22h – Banda Blue Butterfly (Brasília)
23h – Banda Topsyturvy (Mogi das Cruzes)Domingo (11 de março)
15h - Discotecagem e pintura ao vivo
16h - Apresentação teatral “Cenas Abertas”, da Cia Rio Circular de Artes Cênicas
18h – Banda Desbotados (Barretos)
19h – Banda Against Tolerance (São Paulo)
20h – Banda Caborja (Barretos)
21h – Projeto Tigre Dente de Sabre (Bragança Paulista)
22h – Banda Carro Bomba (São Paulo)
Agenda
- 31/OUT – CAMPINAS @ MAALI BREWING
- 18/OUT – SÃO PAULO @ GAZ BURNING
- 24/JUL – SÃO PAULO @ PORÃO DA CERVEJA
- 04/JUL – AGUDOS @ LUNA BAR